O 14º episódio do MasterChef Brasil 2026 - ainda sem Fogaça e Helena Rizzo - exibido pela Band nesta terça-feira (25), terminou com mais uma despedida! Após uma disputa marcada por clássicos da gastronomia francesa, provocações entre participantes e momentos de forte emoção, um cozinheiro precisou deixar a competição. O eliminado da noite foi Nuri, que não conseguiu convencer os jurados na prova de eliminação.
A saída aconteceu depois de uma prova de harmonização com vinhos, na qual os participantes precisaram criar pratos capazes de equilibrar as características das bebidas escolhidas por Jesuíno, vencedor da primeira etapa da noite. Para Nuri, o desafio acabou sendo decisivo: seu prato não conseguiu estabelecer a combinação esperada com o vinho branco.
A prova de eliminação exigiu atenção ao preparo da comida e aos sabores do prato e do vinho. Nuri acabou pecando justamente nesse ponto!
Ao experimentar a preparação, Érick Jacquin apontou que faltava sabor e avaliou que o vinho utilizado era mais potente do que o prato apresentado pelo competidor. Na visão do chef, a combinação precisava ser mais equilibrada.
O resultado colocou Nuri em uma situação delicada diante dos jurados. Apesar de ter chegado à etapa decisiva com o objetivo de continuar na disputa, o cozinheiro não conseguiu superar os demais concorrentes e foi eliminado do MasterChef Brasil 2026. A despedida, porém, ganhou um peso forte por conta do momento pessoal vivido pelo participante.
Durante o episódio, Nuri contou que perdeu o pai. Em meio à emoção provocada pela eliminação, o cozinheiro admitiu que continuar de pé diante de uma situação tão difícil não era simples. “Eu continuo em pé, mas sempre é muito difícil”, desabafou. Tadinho!
Jacquin também se emocionou ao anunciar a saída do participante. O chef afirmou estar muito triste por precisar mandá-lo embora e reconheceu que Nuri atravessava uma fase difícil, mas ponderou que a competição exigia justiça na avaliação dos pratos.
Em entrevista ao site oficial da Band, após deixar o programa, Nuri reconheceu a frustração de abandonar a disputa, mas afirmou que a saída também poderia ter um significado positivo diante das circunstâncias pessoais.
O participante contou que seu irmão está de partida para a Austrália e que, com isso, sua mãe ficaria sem ninguém para ajudá-la. Com a eliminação, ele poderá permanecer ao lado dela. “É triste. Eu queria ganhar o MasterChef, é óbvio, mas a gente tem que ver as coisas positivas que saem de tudo isso”, afirmou.
A situação também interferiu diretamente na preparação de Nuri para a competição. Segundo ele, os acontecimentos externos ao jogo fizeram com que sua rotina de estudos fosse prejudicada. “Não consegui mais estudar depois. Se eu estudei, foi muito pouco”, explicou.
Antes da eliminação, o 14º episódio colocou os participantes diante de uma disputa diferente: um leilão de clássicos da gastronomia francesa.
A dinâmica contou com a presença de Heaven Delhaye e Paul Cabannes, que acompanharam os cozinheiros em uma prova que exigia estratégia para arrematar os pratos tradicionais.
Quem se destacou foi Jesuíno, que conquistou a vitória ao preparar uma blanquette de veau em apenas 32 minutos! Socorro! Aline e Carla também tiveram desempenho positivo e garantiram segurança antes da etapa decisiva.
Já Patric, Gabriela e Rodrigo não convenceram os jurados e foram encaminhados para a prova de eliminação com uma desvantagem: os três tiveram cinco minutos retirados do tempo disponível.
Se a eliminação de Nuri foi marcada pela emoção, a disputa também teve espaço para muita tensão entre os participantes. Rodrigo e Patric trocaram provocações enquanto preparavam seus pratos. Rodrigo declarou abertamente que queria ver o rival eliminado e afirmou que Patric sairia porque estaria cansado.
Patric não deixou barato e respondeu que poderia até deixar o MasterChef, mas não antes de Rodrigo. Ui!
A discussão avançou para o desempenho dos dois na temporada. Rodrigo afirmou que queria deixar a competição para alguém que soubesse cozinhar, enquanto Patric rebateu com uma provocação sobre uma preparação de Rodrigo que havia sido criticada anteriormente por Jacquin. É tiro, porrada e bomba, minha gente!
O histórico recente de avaliações também entrou no bate-boca. Rodrigo lembrou que Patric estava no destaque negativo naquele episódio. O rival, por sua vez, respondeu que vinha de dois desempenhos positivos, enquanto Rodrigo acumulava três negativos.
Maria Eduarda, acompanhando a tensão, resumiu o clima:“A galera hoje está cozinhando no ódio”.
Enquanto a tensão crescia entre os participantes, Jéssica conseguiu se destacar justamente na prova que definiria quem permaneceria no programa. A cozinheira venceu a disputa de harmonização e garantiu seu lugar na competição. Patric e Maria Eduarda também receberam avaliações positivas dos jurados.
Jéssica, aliás, já havia protagonizado um dos momentos mais emocionantes da primeira prova. Com apenas 20 minutos para preparar uma brandade de bacalhau, ela se mostrou insegura com a apresentação do prato e chegou a pedir desculpas pela aparência.
Diante de Heaven Delhaye, a participante se emocionou ao falar sobre a importância da chef em sua trajetória. Heaven, por sua vez, reconheceu que o prato realmente não tinha uma boa aparência, mas destacou que o sabor compensava a apresentação. “O que tem de feio, tem de gostoso”, brincou a chef.
O episódio ainda teve outro momento de tensão antes da eliminação, gente! Após a Prova do Leilão, Carla tentou cumprimentar Aline e parabenizá-la pelo desempenho. A participante, porém, passou direto e abraçou apenas Jesuíno, vencedor da etapa.
Carla não escondeu o incômodo e comentou a situação diante das câmeras. Em tom irônico, afirmou: “A Aline do antigo testamento voltou”, fazendo referência ao histórico de conflitos da colega ao longo da temporada.